[FLYER VIVÊNCIA]

 

O Núcleo de Estudos Amazônicos (NEAz) vem promovendo ações de estudo, pesquisa e extensão de caráter multidisciplinar sobre questões amazônicas. Assim, busca aproximar a Universidade de Brasília aos povos, populações e comunidades que trabalham e vivem na Amazônia brasileira e continental. Para cumprir a sua missão primordial, o NEAz realiza uma importante mobilização da comunidade acadêmica da UnB, dos professores, dos pesquisadores, dos técnico-administrativos, dos estudantes e de representantes de diferentes setores da sociedade que estejam, de alguma forma, relacionados e interessados nas questões amazônicas, em seus territórios, povos e comunidades.

 

É de responsabilidade do NEAz/CEAM a oferta regular da disciplina de graduação “Tópicos Especiais sobre a Amazônia”. Assim, possibilita a aproximação dos estudantes da UnB aos temas amazônicos, contribuindo para o diálogo, vivência e a formação dos estudantes. Essa disciplina abriga alunos das mais diversas graduações da Universidade, enriquecendo o debate e a pluralidade dentro da sala de aula.

 

O NEAz tem incentivado a pesquisa científica, na busca de novas formas de compreender a realidade amazônica e de seu entorno e nela intervir. Estimula as pesquisas de conclusão de curso de graduação, de especialização, de mestrado, de doutorado e de pós-doutorado, tornando possível que a UnB contribua com essa região e com o Brasil.

 

De 10 a 21 de dezembro de 2016 o NEAz organizou uma Vivência Amazônica nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Acre. Esta Vivência contou com 3 professores e 36 estudantes de 16 cursos da Universidade de Brasília (UnB) que puderam acompanhar e observar um pouco do modo de vida e trabalho de povos indígenas, de quilombolas, de agricultores familiares, extrativistas, entre outros. As atividades da Vivência Amazônica buscaram aproximar da realidade os estudantes e os estudos realizados em sala de aula.

 

 

[IMAGEM ROTEIRO CRIATIVO]

 

Foram realizadas na Vivência Amazônica algumas atividades na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e na Universidade Federal do Acre (UFAC). Na Universidade Federal do Acre os componentes da Vivência Amazônica participaram da Semana Chico Mendes, que marca a data do assassinato desse importante líder seringueiro, apresentando pôsteres de seus trabalhos e debatendo com os professores e estudantes do Acre.

 

Para concretizar a Vivência Amazônica, os interessados se organizaram quatro meses antes da viagem. Foram criadas comissões de trabalho, entre elas a de roteiro, que tinha como finalidade elaborar o roteiro da Vivência, uma agenda de visitas e entrar em contato com quem nos receberia; a de transporte e infraestrutura, cujo objetivo era conseguir o transporte para a Vivência Amazônica, verificar as condições do ônibus, das estradas, da alimentação, onde alojar e conversar com os motoristas. A viabilização do transporte foi assegurada pela Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV/UnB). Outras comissões eram as de finanças, que tinha como atribuição indicar aos participantes alternativas para obter apoio institucional da UnB, propor e coordenar eventos para arrecadação de fundos e materiais, entre outros; a de comunicação, que buscou divulgar a Vivência, produzir vídeos, exposições e etc; e a científica, cujo objetivo foi orientar as pesquisas para conhecimento da realidade dos grupos sociais e dos locais onde passaríamos, a coleta de material para artigos científicos, organizar trabalhos a serem apresentados na semana Chico Mendes e roteiro para a percepção da realidade de cada comunidade onde passamos.

 

 

[GALERIA DE FOTOS VIVÊNCIA 2016]

 

 

 

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