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SEMANAS UNIVERSITÁRIAS

Organizada pelo Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (DEX/UnB), a Semana Universitária conta com atividades abertas à comunidade do DF e Entorno, com programação oferecida pelas faculdades, institutos, centros de pesquisa, pelo HUB e pelas unidades administrativas da UnB.

O Núcleo de Estudos Amazônicos (NEAz/CEAM/UnB) tem participado ativamente desde 2016 com atividades diversas, que contemplam temáticas relacionadas ao propósito do núcleo, assim como intercala a teoria com a extensão, oferecendo oficinas de 8 horas com saída de campo ou práticas dentro do campus.

2022 - NEAz NA SEMANA UNIVERSITÁRIA
Na Semana Universitária de 2022 o Núcleo de Estudos Amazônicos (NEAz/CEAM/UnB) realizou algumas atividades sobre a Amazônia. Neste ano a Semana foi marcada pela volta das atividades presenciais, após dois anos de atividades virtuais devido à pandemia da COVID 19. O NEAz realizou uma exposição com fotografias da Vivência Amazônica 2019; ocorreu o lançamento do 3º FIA que ocorrerá de 13 a 16 de junho de 2023; os debates e dinâmicas do momento “Vivência Amazônica: processos educacionais e relações interculturais”; cine debate sobre a Amazônia e uma visita de campo ao Quilombo Mesquita, na Cidade Ocidental.
2021 - AMAZÔNIA PERCEPÇÕES E MEMÓRIAS

O Núcleo de Estudos Amazônicos (NEAz/CEAM/UnB) participou na Semana Universitária 2021 com a atividade Amazônia: percepções e memórias. A atividade contou com três momentos: Exposições, apresentação de trabalhos dos estudantes e o lançamento dos números 1 e 2 da série Cadernos Vivência Amazônica. 

2020 - VIVÊNCIA AMAZÔNICA: retrospectivas e testemunhos

A live “Vivência Amazônica: retrospectivas e testemunhos” realizada na Semana Universitária de 2020, da Universidade de Brasília, teve como objetivo reunir participantes da Vivência Amazônica para relatar o que é o projeto de extensão, como se dá sua construção, a viagem em si e o que chamamos de pós-vivência. Nesta live as participantes testemunharam suas experiências, assim como suas inspirações, obtidas na Vivência Amazônica, para a realização de artigos, projetos de pesquisa, trabalhos de conclusão de curso, dentre outros.

ASSISTA NA ÍNTEGRA

VIVÊNCIA AMAZÔNICA: Processos Educacionais e Relações Interculturais

A oficina Vivência Amazônica: Processos Educacionais e Ações Interculturais pretende discutir os diferentes saberes que levem em consideração os conhecimentos das diversas culturas. O foco da oficina é a formação dos participantes da Vivência Amazônica 2019, que acontecerá de 30 de novembro a 20 de dezembroÉ ainda objetivo refletir sobre a proposta pedagógica da Vivência, a importância da extensão universitária e as formas de interação com os povos, populações e comunidades a serem visitadas na Vivência.

Programação:

8h00 Café da manhã solidário Apresentação rápida dos participantes
8h30
Vídeo da UnBTV e Experiências da Vivência Amazônica 2018
9h15
Dinâmica
9h30 Roda de Conversa com Movimentos Sociais e Debate
12h00 Almoço
14h00 Dinâmica
14h30 Roda de Conversa com José Pachecoidealizador da Escola da Ponte
16h30 Intervalo
16h45 Discussão em Grupos
17h30
Plenarinha
18h00 Encerramento Musical 

Oficineiros 

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) 
O Movimento Sem Terra está organizado em 24 estados nas cinco regiões do país. São cerca de 350 mil famílias que conquistaram a terra por meio da luta e da organização dos trabalhadores rurais. 

Carlos Augusto Santos Silva
Secretário de Formação e Organização Sindical da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG). Natural do Estado do Pará, é agricultor familiar, tendo se sindicalizado aos 20 anos de idade. 

Associação dos Acadêmicos Indígenas da UnB (AAIUnB) 
Associação de Estudantes indígenas de vários cursos de graduação e Pós Graduação na Universidade de Brasília. Lutam pelo protagonismo indígena e reconhecimento da diversidade cultural. 

Tata Kibuko Mungongo
Membro da Coordenação Nacional do Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana (FONSANPOTMA). 

José Francisco de Almeida Pacheco 
Educador, pedagogo, mestre em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (1995). Idealizador da Escola da Ponte em Portugal. É autor de inúmeros livros e artigos sobre educação e indutor de mais de 100 projetos para uma nova educação.

RODA DE CONVERSA: Modelos Alternativos de Agricultura (24/09)

Os biomas da Amazônia Legal, ou sejam, o Cerrado, o Pantanal e a Amazônia, são ricos em diversidade biológica. A sua conservação é estratégica para a qualidade das águas, para a preservação das espécies e para a melhoria de vida de milhares de homens e mulheres que vivem nas florestas, nos campos, nas águas e nas cidades. É importante debater sobre modelos alternativos de agriculturas que possibilitem a preservação do meio ambiente e a melhoria de vida dos povos indígenas, das comunidades tradicionais e das populações, de uma forma geral.

Roda de Conversa com a participação de:
Cleberson Carneiro Zavaski (ICMBio), João Luiz Homem de Carvalho (UnB) e Marco Antônio Baratto (MST).

OFICINA: Vivência Amazônica Processos Educacionais e Relações Interculturais (25/09)

O objetivo desta oficina é discutir os diferentes saberes que levem em consideração os conhecimentos das diversas culturas. O foco da oficina é a formação dos participantes da Vivência Amazônica 2018, que acontecerá de 1 a 21 de dezembro. O objetivo refletir sobre a proposta pedagógica da Vivência; a importância da extensão universitária e as formas de interação com os povos, populações e comunidades a serem visitadas na Vivência.

Programação:

8h00-8h30: Dinâmica de acolhimento
8h30-10h30: Roda de conversa: Processos Educacionais e Relações Interculturais
10h30-11h30: Dinâmica de pertencimento
12h00-14h00: Almoço
14h00-14h30: Dinâmica de acolhimento
14h30-17h30: Roda de conversa: Compartilhando experiências e construindo laços
17h30-18h30: Dinâmica de pertencimento

OFICINA E RODA DE CONVERSA: Diálogo sobre políticas públicas e gestão da água na cidade, no campo e na floresta (26 E 27/09)

O aumento da desigualdade, da concentração de renda e da apropriação da natureza; a aceleração dos processos excludentes de urbanização e a industrialização do campo e da cidade e o emprego crescente de meios naturais de maneira predatória têm colocado em risco a conservação dos bens comuns, em especial a água. Principalmente, têm reduzido a qualidade e a quantidade da água disponível para as pessoas e demais seres vivos.

O objetivo deste minicurso é dialogar sobre o uso da água no campo e na cidade, apresentar métodos de modelagem e monitoramento de mananciais, além de discutir práticas de manejo da água em espaços urbanos e rurais.

Programação:

Roda de Conversa (26/9):
Coordenação: Ariuska Amorim (FT/UnB) e Manoel Andrade (FAV/UnB)
18hs-19hs – Dinâmica de aquecimento
19hs-20h20 – Demetrios Christofidis (FT/UnB), Rodrigo Pereira (FAV/UnB), Enaile Iadanza (NEAz/CEAM/UnB), Ricardo Bernardes (FT/UnB), Ricardo Minoti (FT/UnB).
20h20-22hs – Debate

Oficinas de uso e qualidade da água em áreas urbana e rural (27/9):
Coordenação: Delvio Sandri (FAV/UnB) e Ricardo Minoti (FT/UnB)
8hs-11h30 – Dec Norte, lago Paranoá
14hs-18hs – Assentamento Pequeno Willian e acampamento Marias da Terra

 

OFICINA: Conhecimento aberto, colaboração e plataformas online para construção de conteúdos livres (28/09)

O objetivo da atividade é enfatizar a importância da relação entre participação social e participação digital, apresentando exemplos de projetos de cultura digital na Amazônia. Pretende-se realizar reflexões sobre a aplicação de modelos de participação. Na atividade serão debatidos conceitos relacionados à cultura digital e software livre, como algoritmos para democracia digital, análise de mídias sociais, entre outros. Em conjunto com os participantes, será realizada uma simulação em instrumento de participação para uso concreto em futuros projetos, como a Caixa Mágica da Participação. Os participantes experimentarão modelos de plataformas de participação com intuito de simular a construção e priorização de propostas de interesse do grupo.

Oficina com a participação de: Joenio Costa (movimento software livre) e Karina Matos (UnB).

 

Conservação de Sementes e Soberania Alimentar

Importância da diversidade de sementes a partir de suas origens e relação com a história alimentar humana, buscando identificar a relação das perdas da agrobiodiversidade com monocultivos e com o domínio empresarial na produção comercial de sementes. Serão abordadas estratégias de conservação e sua relação com as feiras de troca de sementes e agricultores guardiões, com ênfase nas sementes da Amazônia. Visitaremos o banco genético da EMBRAPA, com roda de diálogo sobre nosso futuro alimentar.

Modelos Alternativos de Agriculturas

São várias as alternativas de agriculturas que articulam diferentes atividades, tornando possível a melhoria de trabalho, de renda e vida com a conservação do meio natural e dos ecossistemas, especialmente aqueles em bases sustentáveis. Busca-se o entendimento da importância das diferentes agriculturas, proporcionando ao participante aproximação com esses modelos através de visita à um modelo alternativo de agricultura.

Políticas Públicas e Gestão da Água na Agricultura

A água é um bem essencial à vida humana e se constitui num importante recurso natural para as atividades econômicas. As crises hídricas colocam a água no centro do debate mundial, proporcionando uma reflexão profunda sobre a apropriação e uso dos corpos d’água. A proposta é debater as políticas públicas que regulam a gestão e o uso da água na agricultura e os riscos de seu emprego inadequado.

Vivência Amazônica: Processos Educacionais e Relações Interculturais

A oficina Vivência Amazônica: Processos Educacionais e Ações Interculturais pretende discutir os diferentes saberes que levem em considerações os conhecimentos de diferentes culturas e experiências. O foco da oficina é a formação dos participantes da Vivência Amazônica 2017, que acontecerá em dezembro de 2017, buscando refletir sobre a importância da extensão universitária nessa formação e as formas de interações com as comunidades a serem visitadas durante a Vivência.

Água, Cerrado e Amazônia

A água é um bem essencial à vida humana e para a natureza. Ela se coloca no centro do debate mundial, proporcionando uma reflexão profunda sobre a apropriação e uso dos corpos d’água. A proposta é debater a importância da água no presente e no futuro, os riscos da sua má utilização, assim como o significado das águas para os biomas Cerrado e Amazônia e as relações entre esses biomas e os corpos d’água. Havendo uma demonstração de boas práticas de conservação e uso da água no Projeto Pipiripau (DF).

Conservação de Sementes e Soberania Alimentar

Importância da diversidade de sementes a partir de suas origens e relação com a história alimentar humana, buscando identificar a relação das perdas da agrobiodiversidade com monocultivos e com o domínio empresarial na produção comercial de sementes. Serão abordadas estratégias de conservação e sua relação com as feiras de troca de sementes e agricultores guardiões, com ênfase nas sementes da Amazônia. Visitaremos o banco genético da EMBRAPA, com roda de diálogo sobre nosso futuro alimentar.

Participação Social e Novas Mídias: Um Olhar sobre a Amazônia

Introdução à participação social e participação digital, com exemplos de projetos de cultura digital na Amazônia e reflexão sobre a aplicabilidade de protótipos. Serão abordados alguns conceitos relacionados à participação social e novas mídias como algoritmos para democracia digital, análise de mídias sociais etc. Simulação em protótipo de ferramenta de participação (Caixa Mágica) para uso concreto em futuros projetos. Discussão e construção de propostas para uso da Caixa Mágica.

Sistemas Agroextrativistas

Os sistemas agroextrativistas têm possibilitado articular níveis de atividades que possibilitam a melhoria de trabalho, de renda e vida com a conservação do meio natural e dos ecossistemas, especialmente aqueles em bases sustentáveis. Busca-se o entendimento da importância dos sistemas agroextrativistas e proporcionar ao participante aproximação com um desses sistemas através de práticas de extração e coleta, abordando a necessidade de um manejo que assegure a conservação do sistema como um todo.